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	<title>INCT Antártico &#187; Notícias</title>
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	<description>Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Antártico de Pesquisas Ambientais</description>
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		<title>O uso de crustáceos Gondogeneia antarctica como bioindicadores de impacto ambiental.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 21:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Xavier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Gondogeneia antarctica são crustáceos de áreas rasas dos ecossistemas marinhos antárticos e são um elo importante na trama trófica detritívora, entre os produtores primários representados pelas macroalgas e os consumidores de segundo nível, representados por animais predadores, a exemplo de crustáceos maiores e diversas vertebrados, como peixes e aves. Por ser habitante de áreas rasas, G. antarctica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; color: #333333;"><em>Gondogeneia antarctica</em> são crustáceos de áreas rasas dos ecossistemas marinhos antárticos e são um elo importante na trama trófica detritívora, entre os produtores primários representados pelas macroalgas e os consumidores de segundo nível, representados por animais predadores, a exemplo de crustáceos maiores e diversas vertebrados, como peixes e aves. Por ser habitante de áreas rasas, <em>G. antarctica </em>está sujeita aos efeitos dos impactos causados pelas atividades das estações de pesquisa. Entre tais atividades, destacam-se as operações de carga e descarga de equipamentos, além do aporte de combustível que, embora necessário para a geração de energia das estações de pesquisa, frequentemente se verificam vazamentos nos tanques de armazenamento e as vezes, sérios acidentes com grandes derrames. Desse modo, <em>G. antarctica</em> tem sido objeto de estudo como modelo de avaliação deste tipo de impacto ambiental. Além disso, estes organismos têm sido empregados em estudos de laboratório, para se avaliar a resposta comportamental em relação à exposição à radiação ultravioleta, a qual tem grande intensidade na Antarctica, devido à rarefação da camada atmosférica de ozônio nesta região. É provável que a intensidade desta radiação atinja o fundo das áreas rasas entre 0,3 e 0,5 metros de profundidade, onde habitam os crustáceos <em>G. antarctica</em>.</span></p>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/video/embed?video_id=2323262460161" frameborder="0" width="320" height="240"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/video/embed?video_id=2323391903397" frameborder="0" width="320" height="240"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/video/embed?video_id=2323162057651" frameborder="0" width="320" height="240"></iframe></p>
<p><em><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: small;">Pesquisa desenvolvida pela Área Temática 3: Ambiente Marinho – Ecofisiologia Marinha.<br />
Prof. Dr. Vicente Gomes (coordenador do projeto) e Dr. Arthur Rocha (pesquisador). – Laboratório de Ecofisiologia Marinha – Instituto Oceanográfico – Universidade de São Paulo.<br />
contato: &lt;arrocha@usp.br&gt;</span></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pesquisas da UFPR na Antártica.</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 17:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Xavier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Diversos pesquisadores da Universidade Federal do Paraná desenvolvem pesquisas na Antártica. Em Curitiba temos o Laboratório de Biologia Adaptativa do Departamento de Biologia Celular do Setor de Ciências Biológicas coordenado pela Dra. Lucélia Donatti. A Estação Antártica Comandante Ferraz – Baía do Almirantado é o local de estudo deste grupo de pesquisa há aproximadamente 25 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float: left; margin: 0pt 20px 10px 0px; text-align: justify;"><img class="alignleft" style="border: 5px solid white;" src="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2013/04/foto-1.png" alt="Laboratório de Biologia Adaptativa - UFPR" width="212" height="156" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; color: #333333;">Diversos pesquisadores da Universidade Federal do Paraná desenvolvem pesquisas na Antártica. Em Curitiba temos o Laboratório de Biologia Adaptativa do Departamento de Biologia Celular do Setor de Ciências Biológicas coordenado pela Dra. Lucélia Donatti. A Estação Antártica Comandante Ferraz – Baía do Almirantado é o local de estudo deste grupo de pesquisa há aproximadamente 25 anos. Peixes antárticos é a principal linha de pesquisa deste grupo e entender como estes animais vivem em ambientes com características particulares e como respondem as possíveis mudanças ambientais (de temperatura e salinidade, por exemplo) causadas por ação antrópica ou não são alguns de seus objetivos. Diferentes metodologias são empregadas, dentre elas, as técnicas de microscopia (convencional, eletrônica e imunocitoquímicas), bioquímicas e proteômicas. Importante para os pesquisadores deste grupo também é a disseminação do conhecimento e a qualificação de jovens pesquisadores antárticos. Neste sentido, alunos estão matriculados nos Programas de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação e em Biologia Celular e Molecular, ambos da UFPR. A disseminação do conhecimento é realizada através da publicação de trabalhos em revistas científicas especializadas, participação em congressos, e palestras ministradas, principalmente, para alunos do ensino fundamental e médio das escolas públicas e particulares de Curitiba. Para mais informações acesse a página do <a title="Laboratório de Biologia Adaptativa - UFPR" href="http://www.bioadaptativa.com.br/">Laboratório de Biologia Adaptativa &#8211; UFPR.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff; font-size: small;"><em>Pesquisa desenvolvida pela Área Temática 3: Ambiente Marinho – Biologia Adaptativa. Prof. Dra. Lucélia Donatti. – Laboratório de Biologia Adaptativa <em>–</em> Universidade Federal do Paraná – UFPR</em></span><br />
<span style="color: #3366ff; font-size: small;"> <em> contato: &lt;donatti@ufpr.br&gt;</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As Baleias Jubarte da Península Antártica e suas Conexões com a América do Sul</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 17:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Xavier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossas pesquisas, realizadas através do Projeto Baleias/PROANTAR, demonstram que as baleias jubarte, espécie intensamente caçada na primeira metade do século passado, têm áreas preferenciais de distribuição nas proximidades da Península Antártica. Utilizamos dados de vários cruzeiros de pesquisa e de movimentos de baleias marcadas com transmissores e acompanhadas via satélite. Estas informações podem ser muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float: left; margin: 0pt 20px 10px 0px; text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 0px 20px 10px 0px;" title="Baleia Jubarte na Península Antartica" src="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2013/04/Jubarte_Foto-Edu-Secchi-copy.png" alt="" width="298" height="149" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; color: #333333;">Nossas pesquisas, realizadas através do Projeto Baleias/PROANTAR, demonstram que as baleias jubarte, espécie intensamente caçada na primeira metade do século passado, têm áreas preferenciais de distribuição nas proximidades da Península Antártica. Utilizamos dados de vários cruzeiros de pesquisa e de movimentos de baleias marcadas com transmissores e acompanhadas via satélite. Estas informações podem ser muito úteis na identificação de áreas prioritárias para a conservação na Antártica bem como para monitorar se os padrões de distribuição serão afetados por mudanças climáticas. Também descobrimos, comparando catálogos de indivíduos fotoidentificados em diferentes partes do mundo e utilizando informações genéticas, que as baleias jubarte que se alimentam na região da Península Antártica fazem parte da população que se reproduz na costa pacífica da América do Sul e não em águas do sudeste e nordeste brasileiro.  Estas informações são utilizadas pela Comissão Internacional Baleeira para avaliação do estado de conservação da espécie. Recentemente estamos realizando um trabalho de “arqueologia molecular” para investigar se a caça causou uma perda de variabilidade genética na espécie. Para isso, comparamos a variabilidade genética no DNA extraído de ossos de baleias caçadas a partir de estações baleeiras inglesas instaladas na Baia do Almirantado e nas Ilhas Geórgias do Sul com o DNA de animais modernos. Estes trabalhos são realizados em cooperação com instituições e pesquisadores de diversas partes do mundo, especialmente Europa e América do Sul.</span></p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff; font-size: small;"><em>Pesquisa desenvolvida pela Área Temática 3: Ambiente Marinho – Ecologia e Conservação  de Cetáceos na Antártica. Prof. Dr. Eduardo R. Secchi – Laboratório de Tartarugas e Mamíferos Marinhos, Instituto de Oceanografia <em>–</em> Universidade Federal do Rio Grande – UFRG</em></span><br />
<span style="color: #3366ff; font-size: small;"> <em> contato: &lt;edu.secchi@furg.br&gt;</em></span><br />
<span style="color: #3366ff; font-size: small;"> <em> Foto: Eduardo Secchi</em><em><br />
</em></span></p>
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		<title>Por que estudar os Micro-organismos da Antártica?</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Aug 2012 17:40:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Midia.INCT-APA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os micro-organismos, compreendendo vírus, bactérias, arquéias e micro-eucariotos como fungos e protozoários, estão presentes em praticamente todos os ambientes do planeta, desde fontes hidrotermais no fundo de oceanos, onde pode-se encontrar temperaturas de mais de 100ºC, até ambientes extremamente frios, como as regiões polares. O fato de existir solo na Antártica, ao contrário do Ártico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span class="alignleft" style="float: left; margin: 0px 20px 10px 0px;" title="fungos_juliano"><a href="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/08/fungos_juliano.jpg"><img class="alignleft" style="float: left; margin: 0px 20px 10px 0px;" title="fungos_juliano" src="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/08/fungos_juliano.jpg" alt="" width="298" height="149" /></a> <span style="font-size: small; color: #333333;">Os micro-organismos, compreendendo vírus, bactérias, arquéias e micro-eucariotos como fungos e protozoários, estão presentes em praticamente todos os ambientes do planeta, desde fontes hidrotermais no fundo de oceanos, onde pode-se encontrar temperaturas de mais de 100ºC, até ambientes extremamente frios, como as regiões polares. O fato de existir solo na Antártica, ao contrário do Ártico, faz com que a diversidade de micro-organismos nesta região polar seja maior, pois sabe-se que a diversidade microbiana associada a solos de uma maneira geral é a maior dentre os diferentes ambientes. Por isso a Antártica tem despertado o interesse de microbiologistas interessados em estudar a sua diversidade microbiana. Além da diversidade dos seus solos, que em alguns lugares ficam descobertos durante o verão, tem sido estudada também a diversidade presente em seus mares, lagos, rochas, plantas e animais.</span></span><br />
<span style="font-size: small; color: #333333;">Existem vários motivos para se estudar a diversidade microbiana de um ambiente de uma maneira geral e do ambiente antártico especificamente. A seguir descreveremos alguns deles.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; color: #333333;"> Sabe-se que o ambiente antártico, por ser ainda bem preservado e muito sensível, é uma ótima referência para a medição de impactos antrópicos (aqueles causados pelo homem). Esta medição pode ser feita através de pesquisas envolvendo o avanço ou recuo de geleiras, dados de alterações nos padrões de degelo e do clima, taxa de crescimento de plantas e musgos, quantificação e avaliação do comportamento de animais, dentre outros. Os micro-organismos também podem ser monitorados com o objetivo de se avaliar o nível de impacto antrópico nos ambientes antárticos, apresentando a característica, assim como em outro ambiente qualquer, de responder rapidamente às mudanças do ambiente decorrentes das ações do homem, já que possuem um tempo de geração (procriação) muito mais rápido do que qualquer planta ou animal. Além da rápida resposta, o fato de haverem várias espécies de micro-organismos em uma mesma comunidade microbiana presente em um determinado local facilita a determinação de quais destas espécies são sensíveis às alterações, obtendo-se assim, mais facilmente, os bioindicadores que se correlacionam melhor com cada tipo de impacto causado pelo homem, seja globalmente, como aquecimento global e efeito estufa, por exemplo, ou localmente, como despejo de esgoto, vazamentos de combustíveis, revolvimento ou compactação do solo, dentre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; color: #333333;">É devido ao curto tempo de geração citado no parágrafo anterior que os micro-organismos têm a capacidade de se adaptarem muito rapidamente a um ambiente, incluindo aqueles com condições extremas, como as baixas temperaturas encontradas na Antártica. Esta adaptação é consequência direta da evolução de seus genes, muitos dos quais encontrados apenas naquele ambiente e, por isso, ainda desconhecidos. Estes genes podem ser utilizados para o desenvolvimento de produtos e processos biotecnológicos que necessitam ser conduzidos em baixas temperaturas. Pode-se, por exemplo, utilizar micro-organismos geneticamente modificados, com a inclusão de tais genes, para que, em condições controladas, participem de algum processo industrial em baixas temperaturas. Além disso, estudos de genética microbiana utilizando-se técnicas de biologia molecular podem ajudar pesquisadores a entender melhor como funcionam os mecanismos evolutivos dos micro-organismos sob pressão ambiental, neste caso, representada por baixas temperaturas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; color: #333333;">Finalmente, pode-se ter o objetivo de estudar a diversidade de micro-organismos de ambientes antárticos afim de simplesmente se descobrirem novas espécies. Estima-se que a maior parte das espécies de fungos do planeta ainda não foi devidamente caracterizada ou é ainda completamente desconhecida. Considerando-se que a Antártica é um ambiente de difícil acesso, isolado, com características únicas e apenas recentemente explorado cientificamente, pode-se imaginar que é grande a possibilidade de se descobrirem novas espécies não apenas de fungos, mas também de protozoários, bactérias, arquéias e vírus.<br />
</span></p>
<div class="fb-like" data-send="true" data-width="450" data-show-faces="true"></div>
<p><span style="color: #333333;"><br />
</span><em><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: small;">Pesquisa desenvolvida pela Área Temática 2: Ambiente Terrestre – Impacto das Mudanças Globais no Meio Ambiente Antártico Terrestre.</span></span></em></p>
<p><em><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: small;">Prof. Dr. Juliano de Carvalho Cury &#8211; Microbiologia &#8211; Universidade Federal de São João del-Rei &#8211; UFSJ</span></span></em><br />
<em><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: small;"> contato: &lt;jccury@hotmail.com&gt;</span></span></em><br />
<em><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: small;"> Foto: Juliano Cury</span></span></em><span style="font-size: small;"><em><br />
</em></span><span style="font-size: small; color: #333333;"><em><br />
</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bactérias aprisionadas no gelo revelam o passado do planeta</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 17:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geyze Faria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O gelo desprendido de geleiras próximas ao refúgio Brasileiro na Antártica pode carregar a história evolutiva de micro-organismos. Como uma máquina do tempo, o gelo desses glaciares carrega micro-organismos que foram aprisionados muito antes dos humanos habitarem o planeta. As pesquisas do Brasil na Antártica podem ser a chave para descobrir como os micro-organismos evoluíram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; color: #333333;"><img class="alignleft size-full wp-image-1185" style="float: left; margin: 0px 20px 10px 0px;" title="Antartica microbiologia" src="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/08/Antartica-microbiologia.jpg" alt="" width="298" height="224" />O gelo desprendido de geleiras próximas ao refúgio Brasileiro na Antártica pode carregar a história evolutiva de micro-organismos. Como uma máquina do tempo, o gelo desses glaciares carrega micro-organismos que foram aprisionados muito antes dos humanos habitarem o planeta. As pesquisas do Brasil na Antártica podem ser a chave para descobrir como os micro-organismos evoluíram ao longo dos anos. O objetivo dos pesquisadores é descobrir esse passado para aprender e entender sobre nosso futuro e como nossas ações  podem modificar o planeta. </span><br />
<span style="font-size: small; color: #333333;">A pesquisa está sendo desenvolvida no Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Biotecnologia (CIP-Biotec) da UNIPAMPA e está baseada na detecção das bactérias por meio de técnicas de biologia molecular. O DNA microbiano é isolado do gelo previamente descontaminado e genes marcadores que permitem a identificação dos micro-organismos são amplificados e sequenciados. As pesquisas ainda estão em andamento e estima-se que os primeiros resultados sejam divulgados no início de 2013.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; color: #333333;"> Estudo da Área Temática 2: Ambiente Terrestre &#8211; Impacto das Mudanças Globais no Meio Ambiente Antártico Terrestre.</span></p>
<p><span style="font-size: small; color: #333333;"> Autor da matéria: Luiz Fernando Wurdig Roesch<br />
Contato: &lt;luizroesch@unipampa.edu.b&gt; </span></p>
<p><span style="font-size: small; color: #333333;"> Grupo de pesquisa responsável: Luiz Fernando W. Roesch, Antonio Batista Pereira, Pabulo Henrique Rampelotto, Diego Anthony Barboza, Tauê Posada Pereira</span></p>
<p><span style="font-size: small; color: #333333;"> Pesquisa desenvolvida na Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA Campus São Gabriel </span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Efeitos de poluentes e da radiação ultravioleta sobre organismos antárticos</title>
		<link>http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/2012/07/efeitos-de-poluentes-e-da-radiacao-ultravioleta-sobre-organismos-antarticos/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 12:29:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geyze Faria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossas investigações sobre os efeitos de poluentes e da radiação ultravioleta sobre organismos antárticos de sangue frio, ou seja, peixes e invertebrados demonstraram a fragilidade desses organismos diante de mudanças ambientais. Os organismos antárticos que vivem exclusivamente nessas áreas são adaptados a um ambiente frio e estável, com pouca radiação solar, com pouca contaminação ambiental [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small; color: #333333;"><a href="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/07/Amphipoda2-site.jpg"><img class="alignleft " style="float: left; margin: 0px 20px 20px 0px;" title="Amphipoda2-site" src="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/07/Amphipoda2-site.jpg" alt="" width="220" height="179" /></a></span><span style="color: #333333;"><span style="font-size: small;">Nossas investigações sobre os efeitos de poluentes e da radiação ultravioleta sobre organismos antárticos de sangue frio, ou seja, peixes e invertebrados demonstraram a fragilidade desses organismos diante de mudanças ambientais. Os organismos antárticos que vivem exclusivamente nessas áreas são adaptados a um ambiente frio e estável, com pouca radiação solar, com pouca contaminação ambiental e com pouca radiação ultravioleta. Quando esses fatores aumentam, o DNA desses animais sofrem mudanças, o consumo de energia se altera e a sobrevivência diminui. O que parece é que mudanças relativamente pequenas podem trazer consequências muito sérias para os animais de sangue frio da Antártica. Se pensarmos que o krill, anfípodes e peixes da Antártica serão afetados, então todo o ecossistema sofrerá as consequências. Os grandes mamíferos como as baleias, e as aves como os pinguins, dependem deles para sua sobrevivência. Caso a quantidade desses organismos diminua, devido a mudanças ambientais, toda a comunidade marinha Antártica sofrerá sérios danos.<br />
</span><span style="font-size: small;">Foto: Gabriel Monteiro</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small; color: #333333;">Estudo da Área temática 3: Ambiente Marinho - Impacto das Atividades Antrópicas no Meio Ambiente Marinho Antártico </span></p>
<p><span style="font-size: small; color: #333333;">Autor da matéria: Vicente Gomes (contato: vicgomes@usp.br )</span></p>
<p><span style="font-size: small; color: #333333;">Grupo de pesquisa responsável: Vicente Gomes, Phan Van Ngan, Maria José de Arruda Campos Rocha Passos, Arthur José da Silva Rocha, Fábio Matsu Hasue, Caroline Patrício Vignardi, Thais da Cruz Alves dos Santos, Maysa Ito, Dèbora Furquim Campos.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-size: small;">Pesquisa desenvolvida no Laboratório de Ecologia Polar - </span><span style="font-size: small;">Instituto Oceanográfico</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">- USP &#8211; São Paulo. </span></span></p>
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		<title>Abertura da 4a Oficina do INCT-APA</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 15:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geyze Faria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi dada abertura à 4a Oficina do INCT-APA. A palestra de abertura foi feita pela coordenadora geral do INCT-APA Profa. Yocie Yoneshigue-Valentin apresentando as metas da oficina e informações sobre o desenvolvimento dos trabalhos. Estiveram presentes representantes dos órgãos fomentadores do instituto: Rosana Figueiredo (CNPq), Andrea Kalled (MCTI) e Bianca Mattos (MMA). &#160; Foto: Rafael [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333333; font-size: small;"><a href="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/06/DSC00494-RECORTE1.jpg"><img class="alignleft" style="float: left; margin: 0px 15px 10px 5px;" title="DSC00494 RECORTE" src="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/06/DSC00494-RECORTE1.jpg" alt="" width="298" height="149" /></a>Foi dada abertura à 4a Oficina do INCT-APA. A palestra de abertura foi feita pela coordenadora geral do INCT-APA Profa. Yocie Yoneshigue-Valentin apresentando as metas da oficina e informações sobre o desenvolvimento dos trabalhos. Estiveram presentes representantes dos órgãos fomentadores do instituto: Rosana Figueiredo (CNPq), Andrea Kalled (MCTI) e Bianca Mattos (MMA).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small; color: #808080;">Foto: Rafael B. Moura </span></p>
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		<title>Câmara aprova verba para iniciar reconstrução de base na Antártica</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jun 2012 14:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geyze Faria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi aprovada pelo Plenário a medida provisória que concede crédito ao Ministério da Defesa para a remoção dos escombros da Estação Antártica Comandante Ferraz. Estima-se que uma nova estação de pesquisa seja concluída apenas em 2018, caso não haja cortes no orçamento do PROANTAR. Durante os debates em Plenário, o deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP) criticou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/06/IMG_4940ACKAL.jpg"><img class="alignleft" style="float: left; margin: 5px 20px 20px 0px;" title="IMG_4940ACKAL" src="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/06/IMG_4940ACKAL.jpg" alt="" width="298" height="149" /></a><span style="font-size: small; color: #333333;">Foi aprovada pelo Plenário a medida provisória que concede crédito ao Ministério da Defesa para a remoção dos escombros da Estação Antártica Comandante Ferraz. Estima-se que uma nova estação de pesquisa seja concluída apenas em 2018, caso não haja cortes no orçamento do PROANTAR.<br />
Durante os debates em Plenário, o deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP) criticou a morosidade do governo em liberar os R$ 40 milhões previstos na MP 560. Ele lembrou que a MP permitiu a liberação des</span><span style="font-size: small; color: #333333;">ses recursos em março, mas, até agora, apenas R$ 163 mil foram utilizados. Ele informou ainda que o Siafi registra o empenho de apenas R$ 2,38 milhões do total de recursos.</span></p>
<p><span style="font-size: small; color: #333333;">&#8220;É uma inoperância do governo, uma falta de agilidade. O inverno vai começar agora e todas as operações terão de ser canceladas&#8221;, criticou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small; color: #808080;">Notícia na íntegra: &lt;<a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CIENCIA-E-TECNOLOGIA/419877-CAMARA-APROVA-VERBA-PARA-INICIAR-RECONSTRUCAO-DE-BASE-NA-ANTARTICA.html"><span style="color: #808080;">http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CIENCIA-E-TECNOLOGIA/419877-CAMARA-APROVA-VERBA-PARA-INICIAR-RECONSTRUCAO-DE-BASE-NA-ANTARTICA.html</span></a>&gt;</span></p>
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		<title>Bactérias a serviço da remediação dos solos</title>
		<link>http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/2012/05/bacterias-a-servico-da-remediacao-dos-solos/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 14:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geyze Faria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes mesmo de ser iniciada a reconstrução das instalações da estação Comandante Ferraz, na Antártica, consumidas por um incêndio em fevereiro deste ano, a proposta dos pesquisadores Juliano Cury e Alexandre Soares Rosado, ambos integrantes do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Pesquisas Antárticas (INCT Antártica), é para que seja feito um trabalho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small; color: #333333;"><a href="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/05/bacteriassolo.jpg"><img class="alignleft " style="float: left; margin: 0px 20px 20px 0px;" title="bacteriassolo" src="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/05/bacteriassolo.jpg" alt="" width="298" height="149" /></a></span></p>
<p><span style="font-size: small; color: #333333;">Antes mesmo de ser iniciada a reconstrução das instalações da estação Comandante Ferraz, na Antártica, consumidas por um incêndio em fevereiro deste ano, a proposta dos pesquisadores Juliano Cury e Alexandre Soares Rosado, ambos integrantes do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Pesquisas Antárticas (INCT Antártica), é para que seja feito um trabalho de biorremediação em toda aquela área. Bem antes do acidente, eles já vinham desenvolvendo um projeto sobre o tema. Segundo a coordenadora do INCT de Pesquisas Antárticas, a bióloga Yocie Yoneshigue Valentin, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está em andamento o planejamento para a reconstrução da estação. </span><br />
<span style="font-size: small; color: #333333;">&#8220;A biorremediação deve ser uma etapa anterior à reconstrução. De acordo com nosso projeto, podemos já dar início aos trabalhos a partir de novembro, dezembro, e começar a traçar um plano de ação desde já&#8221;, explica Rosado, Cientista do Nosso Estado, da FAPERJ, e coordenador do projeto, que como integrante do INCT, conta com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da FAPERJ.</span><br />
<span style="font-size: small; color: #333333;">Mas em que consiste a biorremediação? Quem responde é Juliano, responsável pela pesquisa, ao explicar que o processo proposto é desenvolvido a partir de experiências realizadas com diferentes bactérias presentes no solo antártico. &#8220;Como sabemos que várias bactérias têm capacidade de<strong> </strong>utilizar como fonte de carbono e energia certos poluentes orgânicos, como hidrocarbonetos de petróleo cru, diesel e gasolina, além de outros compostos, como pesticidas e rejeitos industriais<strong>, </strong>passamos a observar em laboratório o comportamento de várias delas, selecionando as que se mostraram mais eficientes nessa degradação.&#8221;</span><br />
<span style="font-size: small; color: #333333;">Segundo os pesquisadores, por ser o método mais barato, rápido e de menor impacto adicional, a biorremediação é a melhor alternativa na grande maioria dos casos de contaminação por petróleo, independente da extensão do solo, sedimento ou costa rochosa atingida. &#8220;Bactérias existem em toda aquela área. E, dependendo do tipo de estímulo, podem agir em áreas mais ou menos extensas. O programa não parou. Podemos implementá-lo a qualquer momento, dependendo apenas dos períodos do verão antártico, que dura apenas três ou quatro meses, de novembro a fevereiro ou março&#8221;, afirma Rosado.</span></p>
<p><span style="font-size: small; color: #808080;">Para conferir a matéria na íntgra confira no site: <a title="Biorremediação" href="http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=8128" target="_blank"><span style="color: #808080;">http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=8128</span></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comunidade científica pede ampliação de investimentos na Antártica</title>
		<link>http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/2012/04/comunidade-cientifica-pede-ampliacao-de-investimentos-na-antartica/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 15:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geyze Faria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Coordenadora do INCT-APA, Profa. Dra. Yocie Yoneshigue Valentin, foi convidada para comparecer na audiência pública com a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, para debater as providências a serem tomadas pelo Governo Brasileiro para recuperar e fortalecer o Programa Antártico Brasileiro -PROANTAR após o acidente na Estação Antártica Comandandte Ferraz. A comunidade científica espera [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/04/yocie_reuniao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-921" style="float: left; margin-top: 5px; margin-right: 20px; margin-bottom: 10px; margin-left: 5px;" title="yocie_reuniao" src="http://www.biologia.ufrj.br/inct-antartico/wp-content/uploads/2012/04/yocie_reuniao.jpg" alt="" width="150" height="229" /></a></p>
<p><span style="color: #333333;"><br />
</span><span style="color: #333333; font-size: small;">A Coordenadora do INCT-APA, Profa. Dra. Yocie Yoneshigue Valentin, foi convidada para comparecer na audiência pública com a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, para debater as providências a serem tomadas pelo Governo Brasileiro para recuperar e fortalecer o Programa Antártico Brasileiro -PROANTAR após o acidente na Estação Antártica Comandandte Ferraz. A comunidade científica espera que o Brasil amplie os investimentos na Antártica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: x-small; color: #333333;"><br />
Foto: Janice Trotta, Ministério da Ciência e Tecnologia quer tornar constante o volume de recursos para a Antártica e a Profa. Dra. Yocie Yoneshigue Valentin argumentando e solicitando recursos para o investimento da pesquisa na Antártica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080; font-size: small;">Fonte: Agência Câmara de Notícias<br />
</span><span style="color: #808080; font-size: small;">Para conferir o que foi debatido na Câmara dos Deputados, acesse o link: </span><a style="font-size: small;" title="investimentos na antartica" href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CIENCIA-E-TECNOLOGIA/414382-COMUNIDADE-CIENTIFICA-PEDE-AMPLIACAO-DE-INVESTIMENTOS-NA-ANTARTICA.html" target="_blank"><span style="color: #808080;">&lt;http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CIENCIA-E-TECNOLOGIA/414382-COMUNIDADE-CIENTIFICA-PEDE-AMPLIACAO-DE-INVESTIMENTOS-NA-ANTARTICA.html&gt;</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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